segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Link como recurso jornalístico

Os links empregados nas narrativas jornalísticas hipertextuais apresentam categorias. De acordo com Luciana Mielniczuk, o link editorial corresponde ao conteúdo informativo do site. O link também pode tem a função de organizar o webjornal e integrar a narrativa dos fatos jornalísticos. Quando narrativos, os links editoriais, também podem ser subdivididos em:

a) acontecimento: compreende o fato noticiado, isto é, a notícia. b) detalhamento: apresenta explicações sobre o acontecimento de maneira mais aprofundada, com depoimento, entrevistas e declarações de especialistas sobre o fato.

c) oposição: acontece quando argumentos distintos são apresentados sobre o mesmo assunto, quando há contestação de informações das fontes oficiais apresentando dados e opiniões contrárias. d) exemplificação ou particularização: explica o fato com exemplos ou casos particulares, mostrando personagens. Os boxes são muito utilizados.

e) complementação ou ilustração: disponibiliza informações complementares para auxiliar no entendimento do acontecimento. f) memória: apresenta links ao que já foi publicado sobre o assunto, ou seja, oferece links para o arquivo do material.

No site da Folha de São Paulo, pode-se identificar a presença de links citados acima.
Na matéria 1 nota-se o link de acontecimento. Contando o fato dos atentados e informando o leitor. Na mesma página, ao fim da matéria, é por possível verificar link de complementação
com informações para auxiliar a compreensão do leitor. Também encontra-se, no fim página, link de memória .

No portal G1, também foram identificados os links mencionados. Pode-se ver um exemplo de link de acontecimento aqui retirada da página principal. Como um complemento da matéria principal, ou seja, um link de complementação temos a segunda matéria . E, como parte do arquivo, podemos conferir o link de memória .

No site Correio da Bahia também observa-se esses três links. Na página inicial o link de acontecimento . Depois, trazendo informações a mais o link de complementação . E por fim, o link de memória .

Por: Belissa Marchi
Naiara Rocha

domingo, 7 de setembro de 2008

Magia para adultos

A série de livros Harry Potter é sucesso em todo mundo. Criado pela escocesa J. K. Rowling, o bruxo conta suas aventuras em sete volumes. O primeiro foi lançado aqui no Brasil em abril de 2000, e agora a série chega ao fim. O sétimo e último livro da coleção foi lançado no dia 10 de novembro de 2007 e, apesar da tristeza dos fãs com o fim das histórias, é notória a conquista que o bruxinho fez pelo mundo.

Engana-se quem acha que a coleção apenas agrada às crianças. A princípio, uma literatura desenvolvida para o público infantial, com intuito de explorar o universo mágico, lúdico e surpreendente para os seus leitores mirins. Mas, por incrível que pareça, este mundo fantasioso de Harry Potter também tem despertado o interesse dos mais velhos. O livro, que envolveu em suas páginas os mais crescidos, também trouxe para eles o fascínio pelas histórias e peripécias vividas pelos personagens.

Lúcia Sampaio é mãe de uma garotinha de seis anos, Flávia. De tanto ouvir falar no bruxo Harry Potter, resolveu comprar o livro e conhecer a fundo a história. Achou tão legal que passou a ler para filha. “Os últimos livros são um pouquinho pesado para minha filha, pois ela só tem seis anos. Estou lendo para ela o terceiro e ela adora! Quando ela tiver maior, os outros volumes estarão a disposição”, conta.

A estudante Paula Amorim, de 20 anos adora a coleção. Apaixonada por leitura, não se envergonha em dizer que já leu todos os volumes. “Eu gosto do suspense que a história carrega. Acho que é super interessante e o que chama atenção e agrada a todos é a batalha do bem e do mal e a magia”, afirma.

O público adulto, literalmente, mergulhou nas tramas e acontecimentos do mundo de Harry Potter. Eles alimentam seu mundo de fantasias e, sobretudo, acrescentam episódios em seus mundos.

Quem quiser uma dica legal de blog sobre Harry Potter é só navegar pelo Bruxinha HP .



Por: Belissa Marchi
Naiara Rocha

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Características do jornalismo na web

Interatividade, multimidialidade, hipertextualidade, personalização, memória e atualização constante são características encontradas no webjornalismo. Abaixo confira detalhadamente cada uma delas.

A interatividade permite que o leitor escolha quais elementos deseja exibir e qual caminho quer seguir. Na notícia on-line muitas vezes o leitor sente-se como parte do processo, como por exemplo, através de trocas de e-mails, possibilidade de acrescentar informações às notícias e publicação dos seus comentários. A matéria 1 que ilustra muito bem essa questão.

Com a possibilidade de concentrar num mesmo local textos, áudios, vídeos, simulações e animações, o jornalismo na web mostra sua multimidialidade. Esses elementos ajudam a complementar a narrativa jornalística. O portal G1 é um bom exemplo de multimidialidade. Acesse aqui .
A hipertextualidade permite várias possibilidades ao leitor, fazendo uma interconexão de textos através de links. O blog do Nelson Sá utiliza muito esse elemento. Seus textos são repletos de links para situar o leitor e contextualizar. Confira aqui!

O jornalismo on-line permite que a pessoa acesse o site de acordo com suas preferências. Isso é denominado de personalização. Através disso, o leitor pode configurar páginas de acordo com o seu interesse escolhendo previamente os temas, indicando cores, tamanho das fontes. E também tem a possibilidade de receber por e-mail assuntos que lhe interessam. No site do Observatório da Imprensa existe essa possibilidade.


A memória é muito importante no jornalismo da web. Nesse caso, a memória é feita por meio do arquivamento de publicações antigas, como se fosse um banco de dados. Isso facilita para quem está acessando no momento que for necessário uma busca. O site da revista Época tem essa característica.

Poder oferecer notícias em tempo real é uma característica marcante do jornalismo on-line. Alguns sites chegam a fazer a atualização de minuto a minuto. Um bom exemplo disso é o site da Folha de São Paulo, que tem uma atualização contínua.